Chega de esperar. Podem correr para o fundo da página que a segunda parte da Terceira edição do repórter bêbado está no ar.
Para quem pegou o bonde andando, Repórter Bêbado é um podcast onde eu, Nigel Goodman, fico completamente bêbado e comento as notícias apresentadas por Ronald Rios, que assume o papel de ancora do informativo.
Este podcast contém linguajar de papagaio e não é aconselhável a crianças ou pessoas que se ofendam com facilidade.
- Durante o podcast é citado o filme “O ano em que meus pais sairam de casa”. Como muitos vão perceber, este filme não existe. O nome correto do filme é: O ano em que meus pais sairam de férias.
- O crítico de cinema barbudo se chama Rubens Ewald Filho. Em 1982 ele atuou em Amor estranho amor, o filme em que a Xuxa estupra o garotinho. E eu achando que ele nunca tinha feito nada importante.

Repórter Bêbado 03 parte 02 [22:15m]:
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Ninguém mais tinha esperanças, mas a coisa voltou com força. É isso mesmo que você está pensando: Repórter bêbado 3. Ronald Rios como sempre dirige o programa enquanto eu, Nigel Goodman, pego carona completamente bêbado. Mais bêbado do que nunca alias. Vocês pediram e o repórter bêbado voltou. E, para compensar por esse hiato gigante, fizemos uma edição gigante que teve que ser dividida em duas partes. A primeira você escuta agora, a segunda só semana que vem.
Edição ofensiva às mulheres, aos homossexuais e aos americanos. Nada contra, mas se eu não poupo nem a minha família que eu amo, eu não tenho que ficar pegando leve com mais ninguém.

Standard Podcast [17:48m]:
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E não é que o piloto deu certo e a gente fez a segunda edição do repórter bêbado. Mais uma vez Ronald Rios lê as notícias enquanto eu, Nigel Goodman, as comento, mas, como de costume, completamente bêbado.
Para esta edição ir ao ar foi consumida uma garrafa inteira de vinho e mais 2 latinhas de cerveja Sol. Mais uma vez foi produzida 1h de áudio, que após um processo rigoroso de edição se transformou em aproximadamente 25 minutos da mais fina pérola do jornalismo.
Observações úteis:
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Durante o podcast eu cito a Revista M do meu grande companheiro de palco Ulisses Mattos.
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É a atriz Stella Freitas, que interpretava a telefonista Edilene no educativo Alô, vídeo escola, que faz o papel da vendedora de órgãos no filme Central do Brasil.
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Todas as vezes que você ouvir o sobrenome Torres ele deve ser substituído por Montenegro, já que a Fernanda Torres não apareceu no Central do Brasil, muito menos no Alô, vídeo escola, mas apesar disso tudo continua ai na atividade correndo atrás.

Reporter Bêbado 02 [26:35m]:
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